A Escala de Glasgow mede o nível de consciência por abertura ocular, resposta verbal e resposta motora. Vai de 3 a 15 pontos e, quanto menor, mais grave.
| Abertura ocular (O) |
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| Resposta verbal (V) |
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| Resposta motora (M) |
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| Reatividade pupilar (opcional · Glasgow-P) |
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Publicada por Teasdale e Jennett em 1974, é a forma padrão de avaliar e acompanhar o nível de consciência, principalmente no trauma cranioencefálico (TCE) e em pacientes neurológicos.
Desde 2018 existe a Glasgow-P: do total, subtrai-se a reatividade pupilar (0 se as duas pupilas reagem, 1 se uma não reage, 2 se nenhuma reage). Com isso a escala passa a ir de 1 a 15.
Observe antes de estimular. Depois, chame o paciente e, se não houver resposta, aplique estímulo de pressão (leito ungueal, trapézio ou incisura supraorbitária). Pontue sempre a melhor resposta obtida.
Quando um componente não pode ser testado (olhos fechados por edema ou paciente intubado), registre como NT em vez de dar 1 ponto sem avaliar.
Mais importante que um valor isolado é a tendência: queda de 2 pontos ou mais entre avaliações deve ser comunicada imediatamente.
Glasgow 8 ou menos é sinal de alerta para proteção da via aérea. A decisão de intubar é médica e considera o quadro completo.
A resposta verbal fica como não testável e o total recebe a letra T. Exemplo: "Glasgow 10T (O4 VNT M6)".
3 pontos na escala clássica. Na Glasgow-P, com as duas pupilas sem reação, o mínimo é 1.